quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Lençóis Maranhenses

Dois lugares que não se pode deixar de conhecer no Maranhão são Alcântara e os Lençóis Maranhenses. Já no aeroporto encontramos os folhetos das agências de turismo que oferecem o passeio. É só escolher. Eles nos buscam nos hotéis e pousadas na hora contratada, de manhã, bem cedinho, por volta de cinco, seis horas.


De São Luís vamos de microônibus até Barreirinhas, que é a porta de entrada principal para os Lençóis. Do microônibus passamos para esse caminhãozinho com bancos de madeira na carroceria.


Em dez minutos, mais ou menos, de travessia na balsa alcançamos o outro lado do Rio Preguiças e, sacolejando muito no caminhãozinho, enveredamos pelos caminhos da restinga...

 


O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, criado em 1981, localizado há cerca de 260 km de São Luís, ocupa uma área de 270 km2 e tem dunas gigantescas e belíssimas lagoas de água doce. As dunas também são belíssimas, é claro! O guia me contou que na época da cheia a profundidade das lagoas é muitíssimo maior, atingindo quase a altura das dunas (30, 40 metros).

Como não ficar pasmada, ou pasmado, diante de uma imensidão dessa de areia fina e branquíssima!? O ambiente de restinga já me era familiar, mas não estava preparada para esse gigantismo!

A transparência da água é tão grande que dá até para vermos os peixinhos...


É bom lembrar de levar água e alguma coisa para um lanche rápido, pois o almoço é na volta a Barreirinhas.



terça-feira, 11 de janeiro de 2011

São Luís do Maranhão

Um dos lugares mais animados em São Luís é o Projeto Reviver. Um museu a céu aberto! A recuperação de ruas e casas do centro histórico, Patrimônio Mundial da Unesco, já foi realizada, ainda que não pareça muito. O pessoal de lá continua chamando o lugar de Reviver.
E há muitos restaurantes, lojas de artesanato, bares em funcionamento... E o movimento na rua é bastante intenso e animado.
Não é aconselhável, entretanto, percorrer as ladeiras ou escadarias desse centro histórico, saindo das áreas de movimento. É bastante perigoso até, assim me foi dito por alguns moradores quando pedi informação.

No dia da Consciência Negra, um grupo na praça fazia uma manifestação a favor da juventude negra.



Nas barracas de rua, com muita higiene, podemos comer pratos típicos, salgados ou doces, por preços muito baixos. Há barracas em que podemos montar o prato que queremos saborear. Eles têm até banquinhos para sentarmos enquanto comemos. Pude ver que as pessoas vão em grupos comer nessas barracas. Comida muito gostosa! Comida típica também. É o lugar para se conhecer a cultura culinária maranhense!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Restinga de Salvador

Indo para o aeroporto a gente passa bem ao lado de alguns trechos da restinga. Ou o que ainda resta de restinga, pois ela fica entre alguns bairros e o aeroporto.



Mas eu fiquei me perguntando se lá também tem pitanga, como na de Arraial do Cabo!
Da pista a gente também vê a areia branca e a vegetação de pequenos arbustos da restinga.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Coqueiros de Itapoã

Em Itapoã passei pouquinhas horas, à noite, mas deu pra ver que ainda tem coqueiros por lá. De ônibus, pela orla, a gente chega lá com facilidade.
Confesso que fiquei um tantinho decepcionada. Mas deve ter, certamente, mais lugares para conhecer...



sábado, 18 de dezembro de 2010

Igreja de São Francisco no Pelourinho, em Salvador

Esta igreja no Pelourinho impressiona!
(na foto, ao fundo)
   

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Pôr-do-sol em Salvador

Cresci sabendo que Arraial do Cabo era o único lugar brasileiro onde o sol se "escondia" no mar por causa da particulartidade geográfica do lugar: um cabo, avançando pelo oceano e meio virado para o oeste, com mar em volta.

Mas quando vi este pôr-do-sol fiquei procurando entender as coisas...



No Google Earth fui conferir... Tá explicado!


Em Salvador (foto da esquerda), o oeste é terra e em Arraial do Cabo (foto da direita), é mar.
Mas nada disso tira a beleza do lugar e do momento, é bom deixar claro!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Salvador, explosão de cultura

Essa foi a minha primeira impressão de Salvador. Lembro-me bem que falei comigo:
_ A cultura deles explode na cara da gente! Ela está por todos os lados!





Durante o vôo já deu pra perceber, talvez, uma diferença cultural, pois os baianos faziam brincadeiras entre eles e com os comissários.

Fiquei hospedada no Pelourinho e não tive problema algum.

Saí pra jantar no Pelourinho mesmo, pois em muitas casas nas ruas estreitas ou em becos que, de repente, se abrem como num pátio, funcionam ótimos restaurantes, com música ao vivo, é claro! Comida gostosa e barata. Atmosfera aconchegante.

Música nas ruas, gente dançando, conversando... uma "baianidade" muito calorosa!



quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Toledo, o encanto da convivência

Toledo nasceu uma cidade medieval, dentro de imensas muralhas. Numa determinada época de sua história as três principais religiões - cristianismo, judaísmo e islamismo - conviveram em harmonia. Ela é patrimônio da humanidade e faz parte da rota oficial de Dom Quixote, pois é a capital de La Mancha.

Os guias de viagem, em geral, referem-se ao passeio Madri-Toledo como um bate-e-volta. Bem, eu considero que merecemos um pouco mais que isso, pelo menos dois dias, pois a história e a cultura lá presentes não são tão triviais assim. Toledo é maravilhosa! Merecemos dar-nos o presente de apreciá-la.


O trem que sai de Madri, da Estação de Atocha,  leva cerca de 30 minutos. De ônibus demora um pouquinho mais, além de ser menos charmoso. Estação de trem em Toledo (fotos abaixo).


Toledo fica às margens do rio Tajo que, em Portugal, recebe o nome de Tejo.




Pelas ruas estreitas, as descobertas e o encantamento ocorrem a todo momento.

 


O pintor El Greco teve residência na cidade. Toledo e seus acontecimentos também inspiraram o grande pintor grego. Quando lá estive, a casa estava em reforma. Frustrante!


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Arte no Prado

O Museu do Prado, para ser bem aproveitado, deve-se dispensar, no mínimo, um dia inteiro para curti-lo ou duas tardes. Estar lá dentro é emocionante!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Passeio do Prado

Começando na Plaza Cibeles...


...passando em frente ao Museo del Prado e...



...terminando na Estação de Atocha, que é belíssima (aquela onde houve um atentado, anos atrás), o Paseo del Prado, um dos programas sugeridos nos guias de viajem, surpreende. Realmente é uma caminhada que não pode deixar de ser feita.







De repente a gente vira a cabeça para traz e vê um imenso e belo jardim vertical na parede do edifício!

Bem que podiam fazer isso aqui no Brasil! Ou será que já existe em algum lugar e eu é que não sei?!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Música na rua

É muito comum encontrarmos pelas ruas e estações de metrô de Madri os músicos de rua. Numa das estações de metrô da Gran Via, quase na saída, eu ouvi uma batida um tanto familiar... e lá estava um brazuca na batida gingada do seu atabaque.

No Brasil, meses depois, eu vi um documentário muito interessante sobre os músicos de rua. Esse brazuca era um baiano; o saxofonista do Museo del Prado que, ao tocar Garota de Ipanema fez com que voltássemos para continuar a ouvi-lo, também estava no documentário, entre outros.

Mas o mais arrepiante pra mim foi o que presenciei na Puerta del Sol (foto abaixo). Chegaram dois homens com violões e uma garota bonita e bem maquiada. Começaram a preparar-se, sentaram e, então, começaram a entoar os acordes que pareciam vir de lugares encondidos de sua alma. E pensei... é o flamenco!


Muitos músicos fazem da Puerta del Sol o seu palco. Os mexicanos, os peruanos... só não vi brasileiros na semana em que lá fiquei. 
Nessa praça é onde quase todo turista termina o dia. Nela e nas ruas em torno têm os cafés e as lojas mais atraentes para muitos madrilenhos e turistas. Parece uma festa!

sábado, 11 de dezembro de 2010

Madri

Numa das estações de metrô, na Gran Via, movimentadíssima avenida da Madri diurna ou noturna, uma policial que nos viu com as malas alertou-nos para o perigo de assalto a turistas no metrô (!!!).


Para procurar hospedagem não tive nenhum problema em usar os sites especializados. As avaliações dos usuários foram fundamentais para as minha decisões e, chegando em Madri, não tive nenhum contratempo ou decepção com a minha escolha. Fiquei hospedada numa rua entre a Gran Via e a Puerta del Sol, ou seja, no centro da movimentação madrilenha, próxima à Plaza Mayor também.                       Outra fonte de informação também foi o acompanhamento que fiz, por algum tempo, das câmeras on line de trânsito.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

No meio do caminho tinha Canaima

Saindo de Santa Elena de Uairém em direção à Isla Margarita passamos pela Gran Sabana. Cachoeiras e tepuis (como são chamadas na Venezuela as formações montanhosas rochosas de formato inusitado, de topo plano, isoladas na planície).

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Boa Vista da Venezuela

A Venezuela está pertinho de quem vive em Roraima. E Roraima está longe de quem vive no restante do Brasil. Penso que, num certo sentido, podemos falar assim, já que é mais fácil ir de Boa Vista para fora do Brasil do que para dentro dele. Então, a relação de quem mora na capital roraimense com o caribe venezuelano é mais ou menos parecida com a que tem os cariocas, em geral, com a Região dos Lagos ou a Serrana ou, ainda, com a Costa Verde do Estado do Rio. Em feriados prolongados ou nas férias... caribe venezuelano! Sem contar que a relação entre o nosso real e os bolívares deles nos é bastante favorável (antes da última reforma do Chaves era mais).

Muita gente em Boa Vista ía fazer compras de supermercado para o mês todo em Santa Elena de Uairém, a primeira cidade venezuelana, há cerca de duas horas e meia de Boa Vista. Conheci uma pessoa que comprava roupas em Caracas para revender na capital roraimense.

Encontrei na internet vários relatos de viajantes que foram de carro de Manaus para Margarita, pois a gasolina tem um preço infinitamente mais barato que no Brasil e as estradas venezuelas (o asfalto, principalmente) são ótimas. De ônibus também compensa, pois o valor da passagem, saindo de BoaVista ou de Santa Elena, é baixíssimo.

Viajei por lá tanto de carro como de ônibus. Viajando sozinha, de ônibus, fiquei um tanto incomodada, apreensiva, apenas quando parávamos numa cabala - posto de fiscalização do exército. O rosto e a postura dos soldados, em geral, além de não serem simpáticos, eram intimidadores para com os estrangeiros. E de Santa Elena de Uairém a Puerto la Cruz ou Puerto Ordaz - "portas de entrada" para Isla Margarita - passamos por seis ou sete cabalas. Descemos do ônibus em cada cabala para eles revistarem nossa bagagem.

De carro até Puerto Ordaz e de lá num avião para Isla Margarita. De ônibus até Puerto la Cruz e no ferry boat para Isla Margarita. Deu pra ver pobreza e riqueza na Venezuela! Que contraste!

domingo, 5 de dezembro de 2010

Roraima 40 graus!

O calor em Roraima é bem diferente do calor aqui do Rio. O calor de lá é mais sufocante e o sol na pele faz doer! Isso acaba gerando algumas coisas interessantes... É comum, então, que uma loja tenha um bebedouro com água mineral gelada para saciar a sede do freguês. Numa praça de um dos bairros de Boa Vista, a capital, tem uma piscina pública.

Um igarapé, como esse aí da foto, também pode ser uma piscina natural e uma deliciosa opção para espantar o imenso calor.

Um igarapé, num dos bairros de Boa Vista

sábado, 4 de dezembro de 2010

Pedra do Índio no Tepequém e tamanduá

Indo para o Tepequém, na estrada a gente encontra algumas coisas curiosas... O lavrado, o lindo cerrado de lá com os buritizais, pequenas pontes de madeira, um município com apenas uma rua principal... E essa pedra, bem no meio da floresta...


















Já na volta para Boa Vista... Um tamanduá deu o ar de sua graça...



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