Mostrando postagens com marcador arte popular. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador arte popular. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Festa do Divino: festa e história do povo de Alcântara



A Festa do Divino é muito bem preservada e documentada em Alcântara. Essa festa do povo tem um museu com maquetes, fotos, vestimentas, coroas, textos...


Na foto ao lado, o personagem da festa que está assinalado com  uma seta vermelha é o funcionário do museu que está sentado à mesa de entrada na foto acima, à esquerda e em pé na porta, na foto da direita. Ele não é simplesmente um funcionário de museu. Ele é uma pessoa do povo que faz a Festa do Divino e faz a divulgação de sua festa. Ele é personagem da história e da documentação de sua história!



  

Melhor do que conhecer esse museu é conhecê-lo e estar em Alcântara para assistir a uma Festa do Divino!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

São Luís do Maranhão

Um dos lugares mais animados em São Luís é o Projeto Reviver. Um museu a céu aberto! A recuperação de ruas e casas do centro histórico, Patrimônio Mundial da Unesco, já foi realizada, ainda que não pareça muito. O pessoal de lá continua chamando o lugar de Reviver.
E há muitos restaurantes, lojas de artesanato, bares em funcionamento... E o movimento na rua é bastante intenso e animado.
Não é aconselhável, entretanto, percorrer as ladeiras ou escadarias desse centro histórico, saindo das áreas de movimento. É bastante perigoso até, assim me foi dito por alguns moradores quando pedi informação.

No dia da Consciência Negra, um grupo na praça fazia uma manifestação a favor da juventude negra.



Nas barracas de rua, com muita higiene, podemos comer pratos típicos, salgados ou doces, por preços muito baixos. Há barracas em que podemos montar o prato que queremos saborear. Eles têm até banquinhos para sentarmos enquanto comemos. Pude ver que as pessoas vão em grupos comer nessas barracas. Comida muito gostosa! Comida típica também. É o lugar para se conhecer a cultura culinária maranhense!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Salvador, explosão de cultura

Essa foi a minha primeira impressão de Salvador. Lembro-me bem que falei comigo:
_ A cultura deles explode na cara da gente! Ela está por todos os lados!





Durante o vôo já deu pra perceber, talvez, uma diferença cultural, pois os baianos faziam brincadeiras entre eles e com os comissários.

Fiquei hospedada no Pelourinho e não tive problema algum.

Saí pra jantar no Pelourinho mesmo, pois em muitas casas nas ruas estreitas ou em becos que, de repente, se abrem como num pátio, funcionam ótimos restaurantes, com música ao vivo, é claro! Comida gostosa e barata. Atmosfera aconchegante.

Música nas ruas, gente dançando, conversando... uma "baianidade" muito calorosa!



domingo, 12 de dezembro de 2010

Música na rua

É muito comum encontrarmos pelas ruas e estações de metrô de Madri os músicos de rua. Numa das estações de metrô da Gran Via, quase na saída, eu ouvi uma batida um tanto familiar... e lá estava um brazuca na batida gingada do seu atabaque.

No Brasil, meses depois, eu vi um documentário muito interessante sobre os músicos de rua. Esse brazuca era um baiano; o saxofonista do Museo del Prado que, ao tocar Garota de Ipanema fez com que voltássemos para continuar a ouvi-lo, também estava no documentário, entre outros.

Mas o mais arrepiante pra mim foi o que presenciei na Puerta del Sol (foto abaixo). Chegaram dois homens com violões e uma garota bonita e bem maquiada. Começaram a preparar-se, sentaram e, então, começaram a entoar os acordes que pareciam vir de lugares encondidos de sua alma. E pensei... é o flamenco!


Muitos músicos fazem da Puerta del Sol o seu palco. Os mexicanos, os peruanos... só não vi brasileiros na semana em que lá fiquei. 
Nessa praça é onde quase todo turista termina o dia. Nela e nas ruas em torno têm os cafés e as lojas mais atraentes para muitos madrilenhos e turistas. Parece uma festa!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Festa em Goiás Velho

Em novembro de 2009 estava ocorrendo o Festival Gastronômico na cidade. Enquanto degustávamos as maravilhosas comidas dos mais diferentes e famosos restaurantes, assistíamos ao show dos artistas. Essas atividades tinham lugar no amplo espaço cultural ou centro de convenções, próximo ao muro de pedras. Tudo era bastante organizado, animado e artístico. Fiquei empolgada e filmei com a câmera fotográfica mesmo sabendo que a qualidade não seria boa.



Quando estava voltando a pé para a pousada (sem nenhum medo de assalto, por exemplo) comecei a ouvir um som de samba, pagode... e vi muita, muita gente numa das pontes do rio. Na medida em que ía me aproximando percebia que a festa se estendia além da ponte, ocupando uma boa parte da margem do rio. Fiquei encantada com o movimento e a animação! E, novamente usei a câmera fotográfica. Só que agora as condições de luz eram piores ainda! Mas dá pra ter uma ideia de como foi, penso eu.

domingo, 14 de novembro de 2010

Feira de San Telmo

  
A Feria de San Telmo, aos domingos, é realmente de impressionar e imperdível! Começa na Calle Defensa com Plaza de Mayo e vai até à Plaza Dorrego, em San Telmo, com muito artesanato, muitos artistas populares fazendo performances e vendendo seus DVDs ou recebendo uns trocados pelo prazer que proporciona a quem os assiste, por poucos instantes que seja.

Há muitas cafeterias, lojas de antiguidades, de decoração, de roupas... além das barracas na Plaza. É quase uma infinidade de coisas à venda. Mas uma simples apreciação vale muito à pena, pois a estética de boa parte das lojas e das bancas de rua é muito interessante!


(Clique nas fotos para ampliá-las.)


       




O Mercado de San Telmo, quase chegando na Plaza Dorrego pela Defensa, merece uma visita cuidadosa pela diversidade e beleza dos boxes, além da possibilidade de se realizar uma boa compra.

        

 

E por fim, o tango... lindo, apaixonante, dramático... no lado direito de quem chega na Plaza Dorrego pela Calle Defensa... no meio do povo.


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Museu de Arte Latinoamericana de Buenos Aires e Jardim Japonês

Uma tarde de apreciação da arte latino americana exige uma visita ao Malba (Museu de Arte Latinoamericana de Buenos Aires). Lá estão os brasileiros Cândido Portinari, Cícero dias, Di Cavalcanti, Lygia Clark e Tarsila do Amaral. É emocionante estar diante de uma tela deles!
Lá estão ainda Antonio Berni, Diego Rivera, Frida Kahlo, Fernando Botero, Torres-Garcia, Xul Solar, entre outros.


Ao sair do museu, de taxi (é pertinho e muito barato), pode-se ir, por exemplo ao Jardim Japonês. O parque Roseiral fica ao lado do Jardim. No entorno também estão localizados o Zoológico e o Planetário. O motorista do taxi me desaconselhou ir sozinha caminhando para o Roseiral. Nos fins de semana ou feriado não tem problema, pois os portenhos costumam ocupar suas praças e seus parques.


  
Que bela vista têm os moradores desses prédios, heim!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

São José Liberto e a arte paraense

São José Liberto surpreende. Surpreende pela história... Pela beleza... Pela arte paraense...
São José Liberto foi um presídio. Hoje é o lugar do Museu de Gemas do Pará, do Pólo Joalheiro e da Casa do Artesão. Lá também são realizadas exposições e outros eventos culturais.




   

Nesse espaço cultural podemos ver artistas criando jóias e, talvez, comprar algumas nas diversas lojas instaladas nas antigas celas. Muitas outras peças artesanais (em cerâmica, madeira, tecido e outros materiais) podemos apreciar e adquirir como belas recordações da cultura paraense.



terça-feira, 2 de novembro de 2010

Ver-o-Peso

No Mercado Ver-o-Peso, em Belém, no Pará - pelo o que eu entendi das novas regras ortográficas, permanece o hífen - a gente pode ver e comprar variados produtos da região... é muito interessante!

(Clique nas fotos para ampliá-las.)


Tem muito artesanato barato e com ele a gente pode mostrar que se lembrou dos que ficaram em casa.
A castanha-do-pará pode ser preparada na hora.


Como o mercado fica numa das margens da Baía do Guajará, a gente pode ver também, por exemplo, uma garça confortavelmente instalada em sua ilha flutuante particular.

domingo, 31 de outubro de 2010

Um circuito de descobertas em Belém

Em Belém o calor é diferente do nosso "Rio 40 graus". Os termômetros vão para as alturas também, mas a sensação térmica é mais alta e úmida. Nosso suor parece doce, pegajoso. Bem, pelo menos o meu parece.
Faz calor o ano todo. Durante nosso verão é inverno pra eles, ou melhor, é a época de mais chuva. (Mais, porque praticamente chove todo dia em Belém - a chuva das 4).

Em fevereiro estava até agradável fazer o percurso que descreverei a seguir:

Saindo da Estação das Docas, à direita, está o...

Mercado Ver-o-Peso...













Após as compras no Ver-o-peso (artesanato, peças utilitárias, alimentação, roupas etc.), bem ao seu lado está o Museu do Índio, inaugurado recentemente...
















Ao sair do Museu logo se vê uma das enseadas da Baía de Guajará, essas embarcações e casario antigo...









Continuando a caminhar pela calçada, passamos pela Praça do Relógio...


Do lado oposto está uma praça maior, a Dom Pedro II. Subindo a Rua Padre Champagnati pela calçada da Praça do Relógio chega-se ao Museu de Arte Sacra e Igreja de Santo Alexandre, na Praça Francisco Brandão...
Do outrro lado da praça está a Catedral da Sé, de onde parte o Círio de Nazareth...




Agora descendo a Rua Padre Champagnati, na Praça Dom Pedro II, não podemos deixar de apreciar as obras do Museu de Artes de Belém. No prédio também funciona a prefeitura...
Na rua lateral do museu, cerca doze quadras depois, está o São José Liberto. De taxi custa bem barato.


Poderá gostar também de: Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...