Mostrando postagens com marcador praia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador praia. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de janeiro de 2011

Olha a maré... no Maranhão

É razoavelmente conhecido que em São Luís há grandes diferenças entre a maré cheia e a vazante. Mas, convenhamos, tem um gostinho especial quando presenciamos esse fenômeno, não?! E eu nem me lembrava disso quando cheguei ao Maranhão. Muito menos tinha visto referências a essa questão da maré enquanto pesquisava para planejar a viagem.

Em Alcântara foi que eu me dei conta... Na chegada, pela manhã, vi essa canoa vermelha e branca, lá no meio da vegetação...






E à tarde, na volta para São Luís... A canoa vermelha está lá no fundo, no meio da vegetação sem água...

 


Atravessando a Baía de São Marcos, na volta, na viração da tarde, pegando as ondas de lado...


Mas o mais interessante foi na chegada a São Luís. Percebi que a embarcação não estava indo na direção de onde nós nela embarcamos, lá perto do centro histórico. Pra minha surpresa, ela atracou na Praia da Ponta da Areia, que naquela hora de fim de tarde estava assim...

 






Ônibus nos aguardavam para completar o retorno da travessia da Baía de São Marcos para Alcântara.

E ainda deu para apreciar um belo pôr-do-sol!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

De São Luís para Alcântara



No cais, perto do Projeto Reviver, no centro histórico, estão as embarcações que fazem a travessia da Baía de São Marcos para Alcântara. São catamarãs e levam cerca de uma hora nessa travessia. A passagem é bastante barata.

Dependendo das condições do mar, o catamarã pode jogar um pouco, até porque as ondas batem  de lado na embarcação. Mas não dá para não conhecer essa pequena cidade com sua história e seu casario coloniais.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Barreirinhas, porta de entrada para os Lençóis


Barreirinhas é uma cidade pequena bem bonitinha, bastante arrumadinha. Gostei bastante de lá.

Por ela chegamos aos Lençóis Maranhenses.
Nela almoçamos, ao voltarmos do passeio (bate-e-volta) aos Lençóis.

O almoço é num bom restaurante e a comida não é cara. Do restaurante avistamos essa praça e a duna na beira do rio, formando uma praia no meio da cidade.




Depois do almoço ainda dá tempo de comprar artesanato, aí mesmo na Praça do Trabalhador. No lado oposto ao do restaurante tem um bom centro de venda de artesanato, com várias lojinhas e produtos muito bons e bonitos, principalmente os feitos com a palha do buriti.




Depois disso, é só apreciar o pôr-do-sol, na estrada, na volta para o hotel ou pousada...

Lençóis Maranhenses

Dois lugares que não se pode deixar de conhecer no Maranhão são Alcântara e os Lençóis Maranhenses. Já no aeroporto encontramos os folhetos das agências de turismo que oferecem o passeio. É só escolher. Eles nos buscam nos hotéis e pousadas na hora contratada, de manhã, bem cedinho, por volta de cinco, seis horas.


De São Luís vamos de microônibus até Barreirinhas, que é a porta de entrada principal para os Lençóis. Do microônibus passamos para esse caminhãozinho com bancos de madeira na carroceria.


Em dez minutos, mais ou menos, de travessia na balsa alcançamos o outro lado do Rio Preguiças e, sacolejando muito no caminhãozinho, enveredamos pelos caminhos da restinga...

 


O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, criado em 1981, localizado há cerca de 260 km de São Luís, ocupa uma área de 270 km2 e tem dunas gigantescas e belíssimas lagoas de água doce. As dunas também são belíssimas, é claro! O guia me contou que na época da cheia a profundidade das lagoas é muitíssimo maior, atingindo quase a altura das dunas (30, 40 metros).

Como não ficar pasmada, ou pasmado, diante de uma imensidão dessa de areia fina e branquíssima!? O ambiente de restinga já me era familiar, mas não estava preparada para esse gigantismo!

A transparência da água é tão grande que dá até para vermos os peixinhos...


É bom lembrar de levar água e alguma coisa para um lanche rápido, pois o almoço é na volta a Barreirinhas.



domingo, 19 de dezembro de 2010

Coqueiros de Itapoã

Em Itapoã passei pouquinhas horas, à noite, mas deu pra ver que ainda tem coqueiros por lá. De ônibus, pela orla, a gente chega lá com facilidade.
Confesso que fiquei um tantinho decepcionada. Mas deve ter, certamente, mais lugares para conhecer...



domingo, 5 de dezembro de 2010

Roraima 40 graus!

O calor em Roraima é bem diferente do calor aqui do Rio. O calor de lá é mais sufocante e o sol na pele faz doer! Isso acaba gerando algumas coisas interessantes... É comum, então, que uma loja tenha um bebedouro com água mineral gelada para saciar a sede do freguês. Numa praça de um dos bairros de Boa Vista, a capital, tem uma piscina pública.

Um igarapé, como esse aí da foto, também pode ser uma piscina natural e uma deliciosa opção para espantar o imenso calor.

Um igarapé, num dos bairros de Boa Vista

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Icoaraci, na grande Belém

Por onde também chegam embarcações trazendo turistas estrangeiros. Na orla do rio tem muitos restaurantes, com mesas e cadeiras na calçada e muita gente nas férias, nos feriados e fins de semanas. Tem também um mercado de artesanato, com muitas e diferentes peças de cerâmicas inspiradas na cultura indígena e marajoara. 
Dá pra ir de ônibus e voltar de taxi. É só combinar o preço com o motorista.

  


(Clique nas fotos para ampliá-las.)



Praia Grande de água doce

Que multidão!!! Tamanho foi o meu espanto ao ver esse mundo de gente numa praia de rio da Ilha de Outeiro.
Balneário de água doce, na Baía do Guajará, há cerca de 25 Km do centro de Belém, tem pouco mais de 60 mil habitantes mas recebe uma quantidade imensa de turistas nas férias, no verão e nos feriados. As ruas mais próximas das praias ficam tomadas de carros e gente circulando com muita animação.




















(Clique nas fotos para ampliá-las.)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Praia em Soure

Acostumada a praias de mar como estou, mesmo a algumas com uma extensão de areia de cerca de 500 metros de largura, causou-me um assombro maravilhoso ver uma praia de rio como essa em Soure, na Ilha de Marajó, no Pará. Em fevereiro ela tem essa imensidão de areia - que, na verdade, é o fundo do rio em outra época do ano, a cheia - e dá pra andar de jeep, a cavalo, tem lagomar, quiosques...


(Clique nas fotos para ampliá-las.)

                                                                          

domingo, 31 de outubro de 2010

Arraial do Cabo

O começo... Aqui comecei minhas andanças! Belo lugar, não?


   

Poderá gostar também de: Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...