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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

São José Liberto e a arte paraense

São José Liberto surpreende. Surpreende pela história... Pela beleza... Pela arte paraense...
São José Liberto foi um presídio. Hoje é o lugar do Museu de Gemas do Pará, do Pólo Joalheiro e da Casa do Artesão. Lá também são realizadas exposições e outros eventos culturais.




   

Nesse espaço cultural podemos ver artistas criando jóias e, talvez, comprar algumas nas diversas lojas instaladas nas antigas celas. Muitas outras peças artesanais (em cerâmica, madeira, tecido e outros materiais) podemos apreciar e adquirir como belas recordações da cultura paraense.



Estação das Docas

Os antigos galpões do porto foram transformados em lugares onde podemos tomar um tacacá com tucupi ou alguns dos maravilhosos sabores do sorvete Cayru, por exemplo, na companhia de amigos ou de parentes enquanto o sol cai na floresta numa das ilhas da Baía do Guajará.
Na Estação das Docas é possível passar horas agradáveis, sem sentir o calor paraense, apreciar o pôr-do-sol e esticar até a noite, escolhendo um dos vários restaurantes para jantar ao som de música ao vivo.

Numa plataforma suspensa, movimentada por uma engrenagem que a leva de uma extremidade a outra de um dos grandes galpões transformados, ficam músicos e cantores que, com sua poesia musical, completam o elegante e moderno ambiente de lazer e cultura belenense.

Na Estação das Docas também está o atracadouro das embarcações que fazem o passeio diurno e noturno pela Baía de Guajará. O bilhete é comprado dentro das Docas (como a Estação é chamada pelos moradores).

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O passeio a pé pelo centro histórico pode ser iniciado pelas Docas, pois o Mercado Ver-o-Peso está logo ao lado.

Em tempo. Apesar de muitíssimo menor e menos portentosa que a sua fonte inspiradora argentina - Puerto Madero, em Buenos Aires (assim dizem por aí) - eu gostei muito mais de como ficaram essas instalações portuárias em nosso solo amazônico. Elas são, ao mesmo tempo, elegantes e aconchegantes.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Icoaraci, na grande Belém

Por onde também chegam embarcações trazendo turistas estrangeiros. Na orla do rio tem muitos restaurantes, com mesas e cadeiras na calçada e muita gente nas férias, nos feriados e fins de semanas. Tem também um mercado de artesanato, com muitas e diferentes peças de cerâmicas inspiradas na cultura indígena e marajoara. 
Dá pra ir de ônibus e voltar de taxi. É só combinar o preço com o motorista.

  


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Praia Grande de água doce

Que multidão!!! Tamanho foi o meu espanto ao ver esse mundo de gente numa praia de rio da Ilha de Outeiro.
Balneário de água doce, na Baía do Guajará, há cerca de 25 Km do centro de Belém, tem pouco mais de 60 mil habitantes mas recebe uma quantidade imensa de turistas nas férias, no verão e nos feriados. As ruas mais próximas das praias ficam tomadas de carros e gente circulando com muita animação.




















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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Praia em Soure

Acostumada a praias de mar como estou, mesmo a algumas com uma extensão de areia de cerca de 500 metros de largura, causou-me um assombro maravilhoso ver uma praia de rio como essa em Soure, na Ilha de Marajó, no Pará. Em fevereiro ela tem essa imensidão de areia - que, na verdade, é o fundo do rio em outra época do ano, a cheia - e dá pra andar de jeep, a cavalo, tem lagomar, quiosques...


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Chuva das 4

Voltando da Ilha de Marajó para Belém - no navio, como eles chamam a embarcação -, no fim da tarde... "a chuva das 4". Acho que esse fenômeno já faz parte da identidade da cidade. Em Oriximiná, no interior do Pará, é a chuva das 2 e, na capital, das 4.

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Mas o sol começa a voltar outra vez assim que a chuva termina...


... fica lindo também de outro jeito!!!

   

Ver-o-Peso

No Mercado Ver-o-Peso, em Belém, no Pará - pelo o que eu entendi das novas regras ortográficas, permanece o hífen - a gente pode ver e comprar variados produtos da região... é muito interessante!

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Tem muito artesanato barato e com ele a gente pode mostrar que se lembrou dos que ficaram em casa.
A castanha-do-pará pode ser preparada na hora.


Como o mercado fica numa das margens da Baía do Guajará, a gente pode ver também, por exemplo, uma garça confortavelmente instalada em sua ilha flutuante particular.

domingo, 31 de outubro de 2010

Um circuito de descobertas em Belém

Em Belém o calor é diferente do nosso "Rio 40 graus". Os termômetros vão para as alturas também, mas a sensação térmica é mais alta e úmida. Nosso suor parece doce, pegajoso. Bem, pelo menos o meu parece.
Faz calor o ano todo. Durante nosso verão é inverno pra eles, ou melhor, é a época de mais chuva. (Mais, porque praticamente chove todo dia em Belém - a chuva das 4).

Em fevereiro estava até agradável fazer o percurso que descreverei a seguir:

Saindo da Estação das Docas, à direita, está o...

Mercado Ver-o-Peso...













Após as compras no Ver-o-peso (artesanato, peças utilitárias, alimentação, roupas etc.), bem ao seu lado está o Museu do Índio, inaugurado recentemente...
















Ao sair do Museu logo se vê uma das enseadas da Baía de Guajará, essas embarcações e casario antigo...









Continuando a caminhar pela calçada, passamos pela Praça do Relógio...


Do lado oposto está uma praça maior, a Dom Pedro II. Subindo a Rua Padre Champagnati pela calçada da Praça do Relógio chega-se ao Museu de Arte Sacra e Igreja de Santo Alexandre, na Praça Francisco Brandão...
Do outrro lado da praça está a Catedral da Sé, de onde parte o Círio de Nazareth...




Agora descendo a Rua Padre Champagnati, na Praça Dom Pedro II, não podemos deixar de apreciar as obras do Museu de Artes de Belém. No prédio também funciona a prefeitura...
Na rua lateral do museu, cerca doze quadras depois, está o São José Liberto. De taxi custa bem barato.


Belém do Brasil

Belém é uma cidade de muitos contrastes. Surpreende pela quantidade de prédios antigos, embora mal conservados, em sua grande maioria, e pelos novos lugares de lazer e cultura, modernos e elegantes. Seu centro histórico, o assim considerado, tem recebido grande atenção nos últimos tempos e faz parte do roteiro turístico.



Tacacá com tucupi

Experimentar a culinária paraense é um modo de conhecer a vida numa das capitais da região amazônica. O tacacá com tucupi, o sorvete Cayru, a tapioca no café da manhã num bar de bairro, os pratos com peixe...
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