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domingo, 16 de janeiro de 2011

Alcântara de muitas histórias

Quando fui ao Maranhão nem imaginava que um dia estaria postando sobre essa andança aqui na rede. Então, do ponto de vista da informação há uma certa falha no registro, pois a foto não é lá essas coisas, não. Mas como não é nenhum concurso de fotografia, é melhor do que não ilustrar, certo?

   
Ao descer do catamarã, subimos nesse caminhãozinho com bancos de madeira e damos início ao tour pelas histórias da cidade.


Subindo a ladeira chegamos na praça principal da cidade - a da Matriz - onde está a ruína mais famosa e um conjunto arquitetônico maravilhoso que está sendo restaurado. Uma famosa cadeia de hotéis está fazendo a recuperação de um dos prédios.


          


Igreja Matriz de São Matias, construída pelos jesuítas.
Aqui Taís Araújo e Reynaldo Gianecchini
gravaram cenas de uma novela




Pelourinho, onde escravos eram açoitados,
mais bem conservado do Brasil, ao lado da Igreja Matriz


Casa de Câmara. Já foi sede da cadeia. Prédio do Séc. XVIII
  
Igreja Nossa Senhora do Carmo, em estilo barroco, do Séc. XVII
Consta que são mais de cem anjos esculpidos em talha dourada em seu altar

Se o tempo não estivesse um tanto nublado, dava pra ver melhor São Luís, lá do outro lado da baía...





sábado, 15 de janeiro de 2011

Olha a maré... no Maranhão

É razoavelmente conhecido que em São Luís há grandes diferenças entre a maré cheia e a vazante. Mas, convenhamos, tem um gostinho especial quando presenciamos esse fenômeno, não?! E eu nem me lembrava disso quando cheguei ao Maranhão. Muito menos tinha visto referências a essa questão da maré enquanto pesquisava para planejar a viagem.

Em Alcântara foi que eu me dei conta... Na chegada, pela manhã, vi essa canoa vermelha e branca, lá no meio da vegetação...






E à tarde, na volta para São Luís... A canoa vermelha está lá no fundo, no meio da vegetação sem água...

 


Atravessando a Baía de São Marcos, na volta, na viração da tarde, pegando as ondas de lado...


Mas o mais interessante foi na chegada a São Luís. Percebi que a embarcação não estava indo na direção de onde nós nela embarcamos, lá perto do centro histórico. Pra minha surpresa, ela atracou na Praia da Ponta da Areia, que naquela hora de fim de tarde estava assim...

 






Ônibus nos aguardavam para completar o retorno da travessia da Baía de São Marcos para Alcântara.

E ainda deu para apreciar um belo pôr-do-sol!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

De São Luís para Alcântara



No cais, perto do Projeto Reviver, no centro histórico, estão as embarcações que fazem a travessia da Baía de São Marcos para Alcântara. São catamarãs e levam cerca de uma hora nessa travessia. A passagem é bastante barata.

Dependendo das condições do mar, o catamarã pode jogar um pouco, até porque as ondas batem  de lado na embarcação. Mas não dá para não conhecer essa pequena cidade com sua história e seu casario coloniais.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Praia em Soure

Acostumada a praias de mar como estou, mesmo a algumas com uma extensão de areia de cerca de 500 metros de largura, causou-me um assombro maravilhoso ver uma praia de rio como essa em Soure, na Ilha de Marajó, no Pará. Em fevereiro ela tem essa imensidão de areia - que, na verdade, é o fundo do rio em outra época do ano, a cheia - e dá pra andar de jeep, a cavalo, tem lagomar, quiosques...


(Clique nas fotos para ampliá-las.)

                                                                          

Chuva das 4

Voltando da Ilha de Marajó para Belém - no navio, como eles chamam a embarcação -, no fim da tarde... "a chuva das 4". Acho que esse fenômeno já faz parte da identidade da cidade. Em Oriximiná, no interior do Pará, é a chuva das 2 e, na capital, das 4.

(Clique nas fotos para ampliá-las.)


Mas o sol começa a voltar outra vez assim que a chuva termina...


... fica lindo também de outro jeito!!!

   

domingo, 31 de outubro de 2010

Belém do Brasil

Belém é uma cidade de muitos contrastes. Surpreende pela quantidade de prédios antigos, embora mal conservados, em sua grande maioria, e pelos novos lugares de lazer e cultura, modernos e elegantes. Seu centro histórico, o assim considerado, tem recebido grande atenção nos últimos tempos e faz parte do roteiro turístico.



Tacacá com tucupi

Experimentar a culinária paraense é um modo de conhecer a vida numa das capitais da região amazônica. O tacacá com tucupi, o sorvete Cayru, a tapioca no café da manhã num bar de bairro, os pratos com peixe...

Arraial do Cabo

O começo... Aqui comecei minhas andanças! Belo lugar, não?


   

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