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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Doce de espécie

Esse doce feito com coco é típico de Alcântara. Em São Luis também tem, mas o original é de Alcântara. Esse doce também está presente na festa do divino.

No lugar onde subimos no caminhãozinho para percorrer a cidade, no cais, tem uma loja que vende artesanato e funciona como posto de atendimento ao turista. Nela também encontramos o doce de espécie. São vendidos em porções, em embalagens de plástico.

Consta que é uma receita herdada dos açorianos. Mas lá também ouvi que começaram a fazer esse doce para aquela já famosa visita de Dom Pedro II que não ocorreu. Ele deixou de conhecer uma delícia de doce!

domingo, 16 de janeiro de 2011

Alcântara de muitas histórias

Quando fui ao Maranhão nem imaginava que um dia estaria postando sobre essa andança aqui na rede. Então, do ponto de vista da informação há uma certa falha no registro, pois a foto não é lá essas coisas, não. Mas como não é nenhum concurso de fotografia, é melhor do que não ilustrar, certo?

   
Ao descer do catamarã, subimos nesse caminhãozinho com bancos de madeira e damos início ao tour pelas histórias da cidade.


Subindo a ladeira chegamos na praça principal da cidade - a da Matriz - onde está a ruína mais famosa e um conjunto arquitetônico maravilhoso que está sendo restaurado. Uma famosa cadeia de hotéis está fazendo a recuperação de um dos prédios.


          


Igreja Matriz de São Matias, construída pelos jesuítas.
Aqui Taís Araújo e Reynaldo Gianecchini
gravaram cenas de uma novela




Pelourinho, onde escravos eram açoitados,
mais bem conservado do Brasil, ao lado da Igreja Matriz


Casa de Câmara. Já foi sede da cadeia. Prédio do Séc. XVIII
  
Igreja Nossa Senhora do Carmo, em estilo barroco, do Séc. XVII
Consta que são mais de cem anjos esculpidos em talha dourada em seu altar

Se o tempo não estivesse um tanto nublado, dava pra ver melhor São Luís, lá do outro lado da baía...





sábado, 15 de janeiro de 2011

Olha a maré... no Maranhão

É razoavelmente conhecido que em São Luís há grandes diferenças entre a maré cheia e a vazante. Mas, convenhamos, tem um gostinho especial quando presenciamos esse fenômeno, não?! E eu nem me lembrava disso quando cheguei ao Maranhão. Muito menos tinha visto referências a essa questão da maré enquanto pesquisava para planejar a viagem.

Em Alcântara foi que eu me dei conta... Na chegada, pela manhã, vi essa canoa vermelha e branca, lá no meio da vegetação...






E à tarde, na volta para São Luís... A canoa vermelha está lá no fundo, no meio da vegetação sem água...

 


Atravessando a Baía de São Marcos, na volta, na viração da tarde, pegando as ondas de lado...


Mas o mais interessante foi na chegada a São Luís. Percebi que a embarcação não estava indo na direção de onde nós nela embarcamos, lá perto do centro histórico. Pra minha surpresa, ela atracou na Praia da Ponta da Areia, que naquela hora de fim de tarde estava assim...

 






Ônibus nos aguardavam para completar o retorno da travessia da Baía de São Marcos para Alcântara.

E ainda deu para apreciar um belo pôr-do-sol!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

De São Luís para Alcântara



No cais, perto do Projeto Reviver, no centro histórico, estão as embarcações que fazem a travessia da Baía de São Marcos para Alcântara. São catamarãs e levam cerca de uma hora nessa travessia. A passagem é bastante barata.

Dependendo das condições do mar, o catamarã pode jogar um pouco, até porque as ondas batem  de lado na embarcação. Mas não dá para não conhecer essa pequena cidade com sua história e seu casario coloniais.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Barreirinhas, porta de entrada para os Lençóis


Barreirinhas é uma cidade pequena bem bonitinha, bastante arrumadinha. Gostei bastante de lá.

Por ela chegamos aos Lençóis Maranhenses.
Nela almoçamos, ao voltarmos do passeio (bate-e-volta) aos Lençóis.

O almoço é num bom restaurante e a comida não é cara. Do restaurante avistamos essa praça e a duna na beira do rio, formando uma praia no meio da cidade.




Depois do almoço ainda dá tempo de comprar artesanato, aí mesmo na Praça do Trabalhador. No lado oposto ao do restaurante tem um bom centro de venda de artesanato, com várias lojinhas e produtos muito bons e bonitos, principalmente os feitos com a palha do buriti.




Depois disso, é só apreciar o pôr-do-sol, na estrada, na volta para o hotel ou pousada...

Lençóis Maranhenses

Dois lugares que não se pode deixar de conhecer no Maranhão são Alcântara e os Lençóis Maranhenses. Já no aeroporto encontramos os folhetos das agências de turismo que oferecem o passeio. É só escolher. Eles nos buscam nos hotéis e pousadas na hora contratada, de manhã, bem cedinho, por volta de cinco, seis horas.


De São Luís vamos de microônibus até Barreirinhas, que é a porta de entrada principal para os Lençóis. Do microônibus passamos para esse caminhãozinho com bancos de madeira na carroceria.


Em dez minutos, mais ou menos, de travessia na balsa alcançamos o outro lado do Rio Preguiças e, sacolejando muito no caminhãozinho, enveredamos pelos caminhos da restinga...

 


O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, criado em 1981, localizado há cerca de 260 km de São Luís, ocupa uma área de 270 km2 e tem dunas gigantescas e belíssimas lagoas de água doce. As dunas também são belíssimas, é claro! O guia me contou que na época da cheia a profundidade das lagoas é muitíssimo maior, atingindo quase a altura das dunas (30, 40 metros).

Como não ficar pasmada, ou pasmado, diante de uma imensidão dessa de areia fina e branquíssima!? O ambiente de restinga já me era familiar, mas não estava preparada para esse gigantismo!

A transparência da água é tão grande que dá até para vermos os peixinhos...


É bom lembrar de levar água e alguma coisa para um lanche rápido, pois o almoço é na volta a Barreirinhas.



terça-feira, 11 de janeiro de 2011

São Luís do Maranhão

Um dos lugares mais animados em São Luís é o Projeto Reviver. Um museu a céu aberto! A recuperação de ruas e casas do centro histórico, Patrimônio Mundial da Unesco, já foi realizada, ainda que não pareça muito. O pessoal de lá continua chamando o lugar de Reviver.
E há muitos restaurantes, lojas de artesanato, bares em funcionamento... E o movimento na rua é bastante intenso e animado.
Não é aconselhável, entretanto, percorrer as ladeiras ou escadarias desse centro histórico, saindo das áreas de movimento. É bastante perigoso até, assim me foi dito por alguns moradores quando pedi informação.

No dia da Consciência Negra, um grupo na praça fazia uma manifestação a favor da juventude negra.



Nas barracas de rua, com muita higiene, podemos comer pratos típicos, salgados ou doces, por preços muito baixos. Há barracas em que podemos montar o prato que queremos saborear. Eles têm até banquinhos para sentarmos enquanto comemos. Pude ver que as pessoas vão em grupos comer nessas barracas. Comida muito gostosa! Comida típica também. É o lugar para se conhecer a cultura culinária maranhense!
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