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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Doce de espécie

Esse doce feito com coco é típico de Alcântara. Em São Luis também tem, mas o original é de Alcântara. Esse doce também está presente na festa do divino.

No lugar onde subimos no caminhãozinho para percorrer a cidade, no cais, tem uma loja que vende artesanato e funciona como posto de atendimento ao turista. Nela também encontramos o doce de espécie. São vendidos em porções, em embalagens de plástico.

Consta que é uma receita herdada dos açorianos. Mas lá também ouvi que começaram a fazer esse doce para aquela já famosa visita de Dom Pedro II que não ocorreu. Ele deixou de conhecer uma delícia de doce!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Barreirinhas, porta de entrada para os Lençóis


Barreirinhas é uma cidade pequena bem bonitinha, bastante arrumadinha. Gostei bastante de lá.

Por ela chegamos aos Lençóis Maranhenses.
Nela almoçamos, ao voltarmos do passeio (bate-e-volta) aos Lençóis.

O almoço é num bom restaurante e a comida não é cara. Do restaurante avistamos essa praça e a duna na beira do rio, formando uma praia no meio da cidade.




Depois do almoço ainda dá tempo de comprar artesanato, aí mesmo na Praça do Trabalhador. No lado oposto ao do restaurante tem um bom centro de venda de artesanato, com várias lojinhas e produtos muito bons e bonitos, principalmente os feitos com a palha do buriti.




Depois disso, é só apreciar o pôr-do-sol, na estrada, na volta para o hotel ou pousada...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

São Luís do Maranhão

Um dos lugares mais animados em São Luís é o Projeto Reviver. Um museu a céu aberto! A recuperação de ruas e casas do centro histórico, Patrimônio Mundial da Unesco, já foi realizada, ainda que não pareça muito. O pessoal de lá continua chamando o lugar de Reviver.
E há muitos restaurantes, lojas de artesanato, bares em funcionamento... E o movimento na rua é bastante intenso e animado.
Não é aconselhável, entretanto, percorrer as ladeiras ou escadarias desse centro histórico, saindo das áreas de movimento. É bastante perigoso até, assim me foi dito por alguns moradores quando pedi informação.

No dia da Consciência Negra, um grupo na praça fazia uma manifestação a favor da juventude negra.



Nas barracas de rua, com muita higiene, podemos comer pratos típicos, salgados ou doces, por preços muito baixos. Há barracas em que podemos montar o prato que queremos saborear. Eles têm até banquinhos para sentarmos enquanto comemos. Pude ver que as pessoas vão em grupos comer nessas barracas. Comida muito gostosa! Comida típica também. É o lugar para se conhecer a cultura culinária maranhense!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Goiás Velho

De Goiânia fui de ônibus para Goiás Velho, no ano passado. São cerca de três horas de viagem e na estrada a gente vai passando por belos lugares!


Na parada programada da viagem é que a coisa ficou um pouco feia. O vaso sanitário era um buraco no chão do banheiro público. Não tinha nem parede e porta separando os buracos. O jeito foi esperar chegar na cidade.

A rodoviária fica um pouquinho afastada das atrações da cidade. Fui de taxi até a pousada e pela conversa do motorista já presumi que tinha escolhido mal o lugar da minha hospedagem. Mas foi onde encontrei quarto vago e barato, perto do centro histórico, pois havia um congresso na cidade. Decidi fazer essa viagem muito perto do feriado de novembro, não planejei com antecedência.

(Clique nas fotos para ampliá-las.)

  
Mas valeu a pena! Goiás Velho é muito bonita. A arquitetura colonial do centro histórico, o jeito acolhedor das pessoas, a tranquilidade da cidade, a culinária, o modo de falar que mais parece ser de Minas, entre outras características, fazem da terra da poetisa Cora Coralina e da pintora e escritora Goiandira Ayres do Couto um lugar que precisamos conhecer.















Fala-se muito da culinária goiana. Pelo menos em Goiás Velho, pra mim, ela tem um certo toque mineiro. Num restaurante de fogão à lenha, comandado por uma senhora simpatissíma, a gente se serve diretamente das panelas de ferro e dos complementos convidativamente arrumados numa mesa. Minha maior surpresa foi o custo dessa comida que mexe com nossos sentidos: gastei muito pouco!

domingo, 14 de novembro de 2010

Feira de San Telmo

  
A Feria de San Telmo, aos domingos, é realmente de impressionar e imperdível! Começa na Calle Defensa com Plaza de Mayo e vai até à Plaza Dorrego, em San Telmo, com muito artesanato, muitos artistas populares fazendo performances e vendendo seus DVDs ou recebendo uns trocados pelo prazer que proporciona a quem os assiste, por poucos instantes que seja.

Há muitas cafeterias, lojas de antiguidades, de decoração, de roupas... além das barracas na Plaza. É quase uma infinidade de coisas à venda. Mas uma simples apreciação vale muito à pena, pois a estética de boa parte das lojas e das bancas de rua é muito interessante!


(Clique nas fotos para ampliá-las.)


       




O Mercado de San Telmo, quase chegando na Plaza Dorrego pela Defensa, merece uma visita cuidadosa pela diversidade e beleza dos boxes, além da possibilidade de se realizar uma boa compra.

        

 

E por fim, o tango... lindo, apaixonante, dramático... no lado direito de quem chega na Plaza Dorrego pela Calle Defensa... no meio do povo.


sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Museu de Arte Latinoamericana de Buenos Aires e Jardim Japonês

Uma tarde de apreciação da arte latino americana exige uma visita ao Malba (Museu de Arte Latinoamericana de Buenos Aires). Lá estão os brasileiros Cândido Portinari, Cícero dias, Di Cavalcanti, Lygia Clark e Tarsila do Amaral. É emocionante estar diante de uma tela deles!
Lá estão ainda Antonio Berni, Diego Rivera, Frida Kahlo, Fernando Botero, Torres-Garcia, Xul Solar, entre outros.


Ao sair do museu, de taxi (é pertinho e muito barato), pode-se ir, por exemplo ao Jardim Japonês. O parque Roseiral fica ao lado do Jardim. No entorno também estão localizados o Zoológico e o Planetário. O motorista do taxi me desaconselhou ir sozinha caminhando para o Roseiral. Nos fins de semana ou feriado não tem problema, pois os portenhos costumam ocupar suas praças e seus parques.


  
Que bela vista têm os moradores desses prédios, heim!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

São José Liberto e a arte paraense

São José Liberto surpreende. Surpreende pela história... Pela beleza... Pela arte paraense...
São José Liberto foi um presídio. Hoje é o lugar do Museu de Gemas do Pará, do Pólo Joalheiro e da Casa do Artesão. Lá também são realizadas exposições e outros eventos culturais.




   

Nesse espaço cultural podemos ver artistas criando jóias e, talvez, comprar algumas nas diversas lojas instaladas nas antigas celas. Muitas outras peças artesanais (em cerâmica, madeira, tecido e outros materiais) podemos apreciar e adquirir como belas recordações da cultura paraense.



Estação das Docas

Os antigos galpões do porto foram transformados em lugares onde podemos tomar um tacacá com tucupi ou alguns dos maravilhosos sabores do sorvete Cayru, por exemplo, na companhia de amigos ou de parentes enquanto o sol cai na floresta numa das ilhas da Baía do Guajará.
Na Estação das Docas é possível passar horas agradáveis, sem sentir o calor paraense, apreciar o pôr-do-sol e esticar até a noite, escolhendo um dos vários restaurantes para jantar ao som de música ao vivo.

Numa plataforma suspensa, movimentada por uma engrenagem que a leva de uma extremidade a outra de um dos grandes galpões transformados, ficam músicos e cantores que, com sua poesia musical, completam o elegante e moderno ambiente de lazer e cultura belenense.

Na Estação das Docas também está o atracadouro das embarcações que fazem o passeio diurno e noturno pela Baía de Guajará. O bilhete é comprado dentro das Docas (como a Estação é chamada pelos moradores).

(Clique nas fotos para ampliá-las.)

O passeio a pé pelo centro histórico pode ser iniciado pelas Docas, pois o Mercado Ver-o-Peso está logo ao lado.

Em tempo. Apesar de muitíssimo menor e menos portentosa que a sua fonte inspiradora argentina - Puerto Madero, em Buenos Aires (assim dizem por aí) - eu gostei muito mais de como ficaram essas instalações portuárias em nosso solo amazônico. Elas são, ao mesmo tempo, elegantes e aconchegantes.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Icoaraci, na grande Belém

Por onde também chegam embarcações trazendo turistas estrangeiros. Na orla do rio tem muitos restaurantes, com mesas e cadeiras na calçada e muita gente nas férias, nos feriados e fins de semanas. Tem também um mercado de artesanato, com muitas e diferentes peças de cerâmicas inspiradas na cultura indígena e marajoara. 
Dá pra ir de ônibus e voltar de taxi. É só combinar o preço com o motorista.

  


(Clique nas fotos para ampliá-las.)



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