Mostrando postagens com marcador mercado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mercado. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Barreirinhas, porta de entrada para os Lençóis


Barreirinhas é uma cidade pequena bem bonitinha, bastante arrumadinha. Gostei bastante de lá.

Por ela chegamos aos Lençóis Maranhenses.
Nela almoçamos, ao voltarmos do passeio (bate-e-volta) aos Lençóis.

O almoço é num bom restaurante e a comida não é cara. Do restaurante avistamos essa praça e a duna na beira do rio, formando uma praia no meio da cidade.




Depois do almoço ainda dá tempo de comprar artesanato, aí mesmo na Praça do Trabalhador. No lado oposto ao do restaurante tem um bom centro de venda de artesanato, com várias lojinhas e produtos muito bons e bonitos, principalmente os feitos com a palha do buriti.




Depois disso, é só apreciar o pôr-do-sol, na estrada, na volta para o hotel ou pousada...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

São Luís do Maranhão

Um dos lugares mais animados em São Luís é o Projeto Reviver. Um museu a céu aberto! A recuperação de ruas e casas do centro histórico, Patrimônio Mundial da Unesco, já foi realizada, ainda que não pareça muito. O pessoal de lá continua chamando o lugar de Reviver.
E há muitos restaurantes, lojas de artesanato, bares em funcionamento... E o movimento na rua é bastante intenso e animado.
Não é aconselhável, entretanto, percorrer as ladeiras ou escadarias desse centro histórico, saindo das áreas de movimento. É bastante perigoso até, assim me foi dito por alguns moradores quando pedi informação.

No dia da Consciência Negra, um grupo na praça fazia uma manifestação a favor da juventude negra.



Nas barracas de rua, com muita higiene, podemos comer pratos típicos, salgados ou doces, por preços muito baixos. Há barracas em que podemos montar o prato que queremos saborear. Eles têm até banquinhos para sentarmos enquanto comemos. Pude ver que as pessoas vão em grupos comer nessas barracas. Comida muito gostosa! Comida típica também. É o lugar para se conhecer a cultura culinária maranhense!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Toledo, o encanto da convivência

Toledo nasceu uma cidade medieval, dentro de imensas muralhas. Numa determinada época de sua história as três principais religiões - cristianismo, judaísmo e islamismo - conviveram em harmonia. Ela é patrimônio da humanidade e faz parte da rota oficial de Dom Quixote, pois é a capital de La Mancha.

Os guias de viagem, em geral, referem-se ao passeio Madri-Toledo como um bate-e-volta. Bem, eu considero que merecemos um pouco mais que isso, pelo menos dois dias, pois a história e a cultura lá presentes não são tão triviais assim. Toledo é maravilhosa! Merecemos dar-nos o presente de apreciá-la.


O trem que sai de Madri, da Estação de Atocha,  leva cerca de 30 minutos. De ônibus demora um pouquinho mais, além de ser menos charmoso. Estação de trem em Toledo (fotos abaixo).


Toledo fica às margens do rio Tajo que, em Portugal, recebe o nome de Tejo.




Pelas ruas estreitas, as descobertas e o encantamento ocorrem a todo momento.

 


O pintor El Greco teve residência na cidade. Toledo e seus acontecimentos também inspiraram o grande pintor grego. Quando lá estive, a casa estava em reforma. Frustrante!


domingo, 14 de novembro de 2010

Feira de San Telmo

  
A Feria de San Telmo, aos domingos, é realmente de impressionar e imperdível! Começa na Calle Defensa com Plaza de Mayo e vai até à Plaza Dorrego, em San Telmo, com muito artesanato, muitos artistas populares fazendo performances e vendendo seus DVDs ou recebendo uns trocados pelo prazer que proporciona a quem os assiste, por poucos instantes que seja.

Há muitas cafeterias, lojas de antiguidades, de decoração, de roupas... além das barracas na Plaza. É quase uma infinidade de coisas à venda. Mas uma simples apreciação vale muito à pena, pois a estética de boa parte das lojas e das bancas de rua é muito interessante!


(Clique nas fotos para ampliá-las.)


       




O Mercado de San Telmo, quase chegando na Plaza Dorrego pela Defensa, merece uma visita cuidadosa pela diversidade e beleza dos boxes, além da possibilidade de se realizar uma boa compra.

        

 

E por fim, o tango... lindo, apaixonante, dramático... no lado direito de quem chega na Plaza Dorrego pela Calle Defensa... no meio do povo.


quinta-feira, 4 de novembro de 2010

São José Liberto e a arte paraense

São José Liberto surpreende. Surpreende pela história... Pela beleza... Pela arte paraense...
São José Liberto foi um presídio. Hoje é o lugar do Museu de Gemas do Pará, do Pólo Joalheiro e da Casa do Artesão. Lá também são realizadas exposições e outros eventos culturais.




   

Nesse espaço cultural podemos ver artistas criando jóias e, talvez, comprar algumas nas diversas lojas instaladas nas antigas celas. Muitas outras peças artesanais (em cerâmica, madeira, tecido e outros materiais) podemos apreciar e adquirir como belas recordações da cultura paraense.



quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Icoaraci, na grande Belém

Por onde também chegam embarcações trazendo turistas estrangeiros. Na orla do rio tem muitos restaurantes, com mesas e cadeiras na calçada e muita gente nas férias, nos feriados e fins de semanas. Tem também um mercado de artesanato, com muitas e diferentes peças de cerâmicas inspiradas na cultura indígena e marajoara. 
Dá pra ir de ônibus e voltar de taxi. É só combinar o preço com o motorista.

  


(Clique nas fotos para ampliá-las.)



terça-feira, 2 de novembro de 2010

Ver-o-Peso

No Mercado Ver-o-Peso, em Belém, no Pará - pelo o que eu entendi das novas regras ortográficas, permanece o hífen - a gente pode ver e comprar variados produtos da região... é muito interessante!

(Clique nas fotos para ampliá-las.)


Tem muito artesanato barato e com ele a gente pode mostrar que se lembrou dos que ficaram em casa.
A castanha-do-pará pode ser preparada na hora.


Como o mercado fica numa das margens da Baía do Guajará, a gente pode ver também, por exemplo, uma garça confortavelmente instalada em sua ilha flutuante particular.

domingo, 31 de outubro de 2010

Um circuito de descobertas em Belém

Em Belém o calor é diferente do nosso "Rio 40 graus". Os termômetros vão para as alturas também, mas a sensação térmica é mais alta e úmida. Nosso suor parece doce, pegajoso. Bem, pelo menos o meu parece.
Faz calor o ano todo. Durante nosso verão é inverno pra eles, ou melhor, é a época de mais chuva. (Mais, porque praticamente chove todo dia em Belém - a chuva das 4).

Em fevereiro estava até agradável fazer o percurso que descreverei a seguir:

Saindo da Estação das Docas, à direita, está o...

Mercado Ver-o-Peso...













Após as compras no Ver-o-peso (artesanato, peças utilitárias, alimentação, roupas etc.), bem ao seu lado está o Museu do Índio, inaugurado recentemente...
















Ao sair do Museu logo se vê uma das enseadas da Baía de Guajará, essas embarcações e casario antigo...









Continuando a caminhar pela calçada, passamos pela Praça do Relógio...


Do lado oposto está uma praça maior, a Dom Pedro II. Subindo a Rua Padre Champagnati pela calçada da Praça do Relógio chega-se ao Museu de Arte Sacra e Igreja de Santo Alexandre, na Praça Francisco Brandão...
Do outrro lado da praça está a Catedral da Sé, de onde parte o Círio de Nazareth...




Agora descendo a Rua Padre Champagnati, na Praça Dom Pedro II, não podemos deixar de apreciar as obras do Museu de Artes de Belém. No prédio também funciona a prefeitura...
Na rua lateral do museu, cerca doze quadras depois, está o São José Liberto. De taxi custa bem barato.


Poderá gostar também de: Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...