Ao chegar na Argentina, pelo
Aeroporto de Ezeiza, segui a recomendação de
Ricardo Freire e não fiz câmbio em nenhuma das casas dentro do aeroporto.
Vi muitas pessoas, algumas estavam no mesmo avião que eu, fazendo câmbio logo após a área de desembarque. E pensei que elas, talvez, não tenham procurado as dicas de viajem que hoje encontramos pela rede.
As
casas de câmbio não recomendadas pelos blogs de viagem ficam estrategicamente localizadas. São a primeira coisa que vemos quando somos liberados da área interna do desembarque.
Saí do aeroporto, à direita, andei um pouquinho pela calçada e peguei o taxi, um dos famosos pretos de teto amarelo, e paguei a corrida até a Avenida 9 de Julio pelo taxímetro, em torno de 50 pesos (R$25,00).
Saindo do aeroporto de Ezeiza Névoa da manhã, indo para o Aeroporto
Na volta pra casa, pedi que o funcionário do hotel chamasse um taxi para levar-me a Ezeiza. Quando vi que o motorista não tinha ligado o taxímetro eu o avisei. Para minha surpresa ele falou que o valor a ser cobrado era fixo - em torno de três vezes o valor que eu paguei na vinda, e mais os pedágios - e perguntou-me se o hotel não tinha me avisado.
Bem... Aprendi a lição!

Névoa da manhã, em outubro de 2010, indo para o Aeroporto de Ezeiza