Esse doce feito com coco é típico de Alcântara. Em São Luis também tem, mas o original é de Alcântara. Esse doce também está presente na festa do divino.
No lugar onde subimos no caminhãozinho para percorrer a cidade, no cais, tem uma loja que vende artesanato e funciona como posto de atendimento ao turista. Nela também encontramos o doce de espécie. São vendidos em porções, em embalagens de plástico.
Consta que é uma receita herdada dos açorianos. Mas lá também ouvi que começaram a fazer esse doce para aquela já famosa visita de Dom Pedro II que não ocorreu. Ele deixou de conhecer uma delícia de doce!
Algumas impressões, surpresas, informações e imagens colhidas por aí... Sou uma pessoa comum me equilibrando entre o desejo de conhecer lugares e culturas e as economias pessoais... viajando sozinha... tentando fazer um arquivo um pouco organizado de minhas parcas andanças... Mas, fundamentalmente, quero dizer... Sejam bem-vindos e bem-vindas!
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
D. Pedro II em Alcântara: mais histórias

Duas ricas e aristocratas famílias de Alcântara disputaram o privilégio de hospedar o imperador D. Pedro II. Cada família decidiu construir uma casa para receber o imperador. Mas a visita de D. Pedro à cidade nunca ocorreu. As casas, porém, ainda estão lá contando a história...
domingo, 16 de janeiro de 2011
Alcântara de muitas histórias
Quando fui ao Maranhão nem imaginava que um dia estaria postando sobre essa andança aqui na rede. Então, do ponto de vista da informação há uma certa falha no registro, pois a foto não é lá essas coisas, não. Mas como não é nenhum concurso de fotografia, é melhor do que não ilustrar, certo?


Ao descer do catamarã, subimos nesse caminhãozinho com bancos de madeira e damos início ao tour pelas histórias da cidade.

Subindo a ladeira chegamos na praça principal da cidade - a da Matriz - onde está a ruína mais famosa e um conjunto arquitetônico maravilhoso que está sendo restaurado. Uma famosa cadeia de hotéis está fazendo a recuperação de um dos prédios.


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Igreja Matriz de São Matias, construída pelos jesuítas. Aqui Taís Araújo e Reynaldo Gianecchini gravaram cenas de uma novela |
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| Pelourinho, onde escravos eram açoitados, mais bem conservado do Brasil, ao lado da Igreja Matriz |
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| Igreja Nossa Senhora do Carmo, em estilo barroco, do Séc. XVII |
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| Consta que são mais de cem anjos esculpidos em talha dourada em seu altar |
Se o tempo não estivesse um tanto nublado, dava pra ver melhor São Luís, lá do outro lado da baía...
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
De São Luís para Alcântara
Dependendo das condições do mar, o catamarã pode jogar um pouco, até porque as ondas batem de lado na embarcação. Mas não dá para não conhecer essa pequena cidade com sua história e seu casario coloniais.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Casas de Goiás Velho
Durante o dia ou à noite, a gente pode andar tranquilamente pelas ruas da cidade e descobrir como são belos os seus caminhos e novos ângulos de suas casas coloniais. Simplicidade e uma vida interiorana encantadoras!






sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Muro dos escravos em Goiás Velho
O muro de pedras construído pelos escravos foi derrubado pela enchente. Agora os trabalhadores da prefeitura são os autores da reconstrução.
(Clique nas fotos para ampliá-las.)
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Goiandira: artista de Goiás Velho
Dona Goiandira é uma senhorinha que encanta pela sua alegria e amabilidade com que nos recebe em seu museu. Ágil, ela vai nos mostrando sua obra e contando suas histórias. E são muitas, pois com mais de 90 anos, a prima de Cora Coralina que foi professora, é uma pintora muitas vezes premiada e conhecida internacionalmente.
Para pintar ela usa areia de tonalidades diferentes da Serra Dourada. São 551 cores naturais.
Em sua casa estão os pratinhos com as areias e o último quadro ainda inacabado, pois ela agora se dedica a outra atividade artística: a literatura. Em novembro de 2009, quando a conheci, ela estava preparando o lançamento de seu novo livro.


Com os próprios recursos a artista construiu, no terreno de sua casa, o museu para preservar sua história e sua obra.
Para saber mais: Goiandira Ayres do Couto
Para pintar ela usa areia de tonalidades diferentes da Serra Dourada. São 551 cores naturais.
Em sua casa estão os pratinhos com as areias e o último quadro ainda inacabado, pois ela agora se dedica a outra atividade artística: a literatura. Em novembro de 2009, quando a conheci, ela estava preparando o lançamento de seu novo livro.
Com os próprios recursos a artista construiu, no terreno de sua casa, o museu para preservar sua história e sua obra.
Para saber mais: Goiandira Ayres do Couto
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