Algumas impressões, surpresas, informações e imagens colhidas por aí... Sou uma pessoa comum me equilibrando entre o desejo de conhecer lugares e culturas e as economias pessoais... viajando sozinha... tentando fazer um arquivo um pouco organizado de minhas parcas andanças... Mas, fundamentalmente, quero dizer... Sejam bem-vindos e bem-vindas!
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Goiandira: arte em areia colorida da Serra Dourada
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terça-feira, 16 de novembro de 2010
Goiandira: artista de Goiás Velho
Dona Goiandira é uma senhorinha que encanta pela sua alegria e amabilidade com que nos recebe em seu museu. Ágil, ela vai nos mostrando sua obra e contando suas histórias. E são muitas, pois com mais de 90 anos, a prima de Cora Coralina que foi professora, é uma pintora muitas vezes premiada e conhecida internacionalmente.
Para pintar ela usa areia de tonalidades diferentes da Serra Dourada. São 551 cores naturais.
Em sua casa estão os pratinhos com as areias e o último quadro ainda inacabado, pois ela agora se dedica a outra atividade artística: a literatura. Em novembro de 2009, quando a conheci, ela estava preparando o lançamento de seu novo livro.


Com os próprios recursos a artista construiu, no terreno de sua casa, o museu para preservar sua história e sua obra.
Para saber mais: Goiandira Ayres do Couto
Para pintar ela usa areia de tonalidades diferentes da Serra Dourada. São 551 cores naturais.
Em sua casa estão os pratinhos com as areias e o último quadro ainda inacabado, pois ela agora se dedica a outra atividade artística: a literatura. Em novembro de 2009, quando a conheci, ela estava preparando o lançamento de seu novo livro.
Com os próprios recursos a artista construiu, no terreno de sua casa, o museu para preservar sua história e sua obra.
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Cora Coralina em Goiás Velho
"Gente que passa indiferente,
olha de longe,
na dobra das esquinas,
as traves que despencam.
- Que vale para eles o sobrado?"
Cora Coralina
Trecho do poema na fachada da casa da poetisa, hoje, um museu.
(Clique nas fotos para ampliá-las.)
Tudo dela está lá, sua cama, suas roupas, seu fogão e suas panelas de fazer doces, seus livros... o jardim, a água artesanalmente encanada que passa pelo sótão (a gente pode beber com as mãos)... o cotidiano de uma vida! Parece a casa da avó da gente de interior.
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