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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Festa do Divino: festa e história do povo de Alcântara



A Festa do Divino é muito bem preservada e documentada em Alcântara. Essa festa do povo tem um museu com maquetes, fotos, vestimentas, coroas, textos...


Na foto ao lado, o personagem da festa que está assinalado com  uma seta vermelha é o funcionário do museu que está sentado à mesa de entrada na foto acima, à esquerda e em pé na porta, na foto da direita. Ele não é simplesmente um funcionário de museu. Ele é uma pessoa do povo que faz a Festa do Divino e faz a divulgação de sua festa. Ele é personagem da história e da documentação de sua história!



  

Melhor do que conhecer esse museu é conhecê-lo e estar em Alcântara para assistir a uma Festa do Divino!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

D. Pedro II em Alcântara: mais histórias



Duas ricas e aristocratas famílias de Alcântara disputaram o privilégio de hospedar o imperador D. Pedro II. Cada família decidiu construir uma casa para receber o imperador. Mas a visita de D. Pedro à cidade nunca ocorreu. As casas, porém, ainda estão lá contando a história...

domingo, 16 de janeiro de 2011

Alcântara de muitas histórias

Quando fui ao Maranhão nem imaginava que um dia estaria postando sobre essa andança aqui na rede. Então, do ponto de vista da informação há uma certa falha no registro, pois a foto não é lá essas coisas, não. Mas como não é nenhum concurso de fotografia, é melhor do que não ilustrar, certo?

   
Ao descer do catamarã, subimos nesse caminhãozinho com bancos de madeira e damos início ao tour pelas histórias da cidade.


Subindo a ladeira chegamos na praça principal da cidade - a da Matriz - onde está a ruína mais famosa e um conjunto arquitetônico maravilhoso que está sendo restaurado. Uma famosa cadeia de hotéis está fazendo a recuperação de um dos prédios.


          


Igreja Matriz de São Matias, construída pelos jesuítas.
Aqui Taís Araújo e Reynaldo Gianecchini
gravaram cenas de uma novela




Pelourinho, onde escravos eram açoitados,
mais bem conservado do Brasil, ao lado da Igreja Matriz


Casa de Câmara. Já foi sede da cadeia. Prédio do Séc. XVIII
  
Igreja Nossa Senhora do Carmo, em estilo barroco, do Séc. XVII
Consta que são mais de cem anjos esculpidos em talha dourada em seu altar

Se o tempo não estivesse um tanto nublado, dava pra ver melhor São Luís, lá do outro lado da baía...





quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

De São Luís para Alcântara



No cais, perto do Projeto Reviver, no centro histórico, estão as embarcações que fazem a travessia da Baía de São Marcos para Alcântara. São catamarãs e levam cerca de uma hora nessa travessia. A passagem é bastante barata.

Dependendo das condições do mar, o catamarã pode jogar um pouco, até porque as ondas batem  de lado na embarcação. Mas não dá para não conhecer essa pequena cidade com sua história e seu casario coloniais.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

São Luís do Maranhão

Um dos lugares mais animados em São Luís é o Projeto Reviver. Um museu a céu aberto! A recuperação de ruas e casas do centro histórico, Patrimônio Mundial da Unesco, já foi realizada, ainda que não pareça muito. O pessoal de lá continua chamando o lugar de Reviver.
E há muitos restaurantes, lojas de artesanato, bares em funcionamento... E o movimento na rua é bastante intenso e animado.
Não é aconselhável, entretanto, percorrer as ladeiras ou escadarias desse centro histórico, saindo das áreas de movimento. É bastante perigoso até, assim me foi dito por alguns moradores quando pedi informação.

No dia da Consciência Negra, um grupo na praça fazia uma manifestação a favor da juventude negra.



Nas barracas de rua, com muita higiene, podemos comer pratos típicos, salgados ou doces, por preços muito baixos. Há barracas em que podemos montar o prato que queremos saborear. Eles têm até banquinhos para sentarmos enquanto comemos. Pude ver que as pessoas vão em grupos comer nessas barracas. Comida muito gostosa! Comida típica também. É o lugar para se conhecer a cultura culinária maranhense!

domingo, 19 de dezembro de 2010

Coqueiros de Itapoã

Em Itapoã passei pouquinhas horas, à noite, mas deu pra ver que ainda tem coqueiros por lá. De ônibus, pela orla, a gente chega lá com facilidade.
Confesso que fiquei um tantinho decepcionada. Mas deve ter, certamente, mais lugares para conhecer...



sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Pôr-do-sol em Salvador

Cresci sabendo que Arraial do Cabo era o único lugar brasileiro onde o sol se "escondia" no mar por causa da particulartidade geográfica do lugar: um cabo, avançando pelo oceano e meio virado para o oeste, com mar em volta.

Mas quando vi este pôr-do-sol fiquei procurando entender as coisas...



No Google Earth fui conferir... Tá explicado!


Em Salvador (foto da esquerda), o oeste é terra e em Arraial do Cabo (foto da direita), é mar.
Mas nada disso tira a beleza do lugar e do momento, é bom deixar claro!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Salvador, explosão de cultura

Essa foi a minha primeira impressão de Salvador. Lembro-me bem que falei comigo:
_ A cultura deles explode na cara da gente! Ela está por todos os lados!





Durante o vôo já deu pra perceber, talvez, uma diferença cultural, pois os baianos faziam brincadeiras entre eles e com os comissários.

Fiquei hospedada no Pelourinho e não tive problema algum.

Saí pra jantar no Pelourinho mesmo, pois em muitas casas nas ruas estreitas ou em becos que, de repente, se abrem como num pátio, funcionam ótimos restaurantes, com música ao vivo, é claro! Comida gostosa e barata. Atmosfera aconchegante.

Música nas ruas, gente dançando, conversando... uma "baianidade" muito calorosa!



quarta-feira, 17 de novembro de 2010

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Goiandira: artista de Goiás Velho

Dona Goiandira é uma senhorinha que encanta pela sua alegria e amabilidade com que nos recebe em seu museu. Ágil, ela vai nos mostrando sua obra e contando suas histórias. E são muitas, pois com mais de 90 anos, a prima de Cora Coralina que foi professora, é uma pintora muitas vezes premiada e conhecida internacionalmente.

Para pintar ela usa areia de tonalidades diferentes da Serra Dourada. São 551 cores naturais.


 Em sua casa estão os pratinhos com as areias e o último quadro ainda inacabado, pois ela agora se dedica a outra atividade artística: a literatura. Em novembro de 2009, quando a conheci, ela estava preparando o lançamento de seu novo livro.







Com os próprios recursos a artista construiu, no terreno de sua casa, o museu para preservar sua história e sua obra.

Para saber mais: Goiandira Ayres do Couto
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